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Ex officio é uma expressão latina que significa "por dever do cargo, por obrigação"; muito utilizada no contexto jurídico para se referir ao ato que se realiza sem provocação das partes. Para o contexto do cristianismo, um "cristão ex officio" é aquele que não espera ser provocado ou "incentivado" para ter uma atitude padronizada em Cristo; as atitudes fluem como instinto. Sinta-se livre neste ambiente para opinar, concordar, discordar, sugerir... Desde que de forma respeitosa.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

“BOATE EVANGÉLICA, CERVEJA SEM ÁLCOOL…” – não é o mundo na igreja?


Este é um comentário feito pelo Caio Fábio em resposta a uma pergunta que lhe fizeram.
No final postei minha opinião sobre o assunto, bem como o propósito deste artigo.


Querido Pastor Caio Fábio: Graça e Paz Naquele que nos satisfaz em tudo! Nasci em um lar evangélico, aprendi que nosso testemunho de cristão deve servir de luz para o mundo, que como crentes em Cristo Jesus, não somos diferentes, mas devemos fazer a diferença… Será que já estou sendo “evangélico”?? Mas a cada dia que passa entro mais em contradição, não com minha fé em Cristo Jesus, mas com as doutrinas impostas pelas “igrejas“; sou de uma igreja bem formal. Sempre aprendi, e cresci com isso, que o crente deveria ser diferente, pois tem a luz de Cristo, e porque crente é o sal da terra. Sei que já me entendes….. Não gostaria de julgar as pessoas, as atitudes delas, mas cada dia que passo, vejo que a Igreja de Cristo tem-se confundido com as coisas do mundo….. Existem coisas que não consigo aceitar, nem entender, como: “Boate evangélica; crente bebendo cerveja santa; festa junina santa; baile santo”… Hoje em dia tudo é permitido… Qual a diferença do povo de Deus?? Sou um jovem de 28 anos, e não me enquadro no estereótipo “quadrado”, mas será que a “igreja”, “doutrina”, conseguiram me fazer ser “quadrado”? Será que eu deveria evoluir juntamente com as inovações propostas pelo mundo??. Obrigado pela atenção e amor dispensado. Abraços, Marcelo Obs: Não poderia deixar de dizer o quanto teu site é abençoado. Nele, em Quem a Graça é superabundante. ________________________________________________________
Amigo e irmão Marcelo: Graça, Paz e Bem! Leia Romanos 14 e você entenderá qual é a postura de um cristão frente coisas desse tipo. A leitura é tão simples que não farei qualquer comentário, pois sei que você entenderá. Há, todavia, algumas coisas que gostaria de tratar com você, pois tenho algumas opiniões a lhe dar.

1) Boate de crente, cerveja de crente, e tudo mais de crente e para crente, além de ser em-si algo careta e feio, é sintoma e manifestação de que os crentes não são o sal da terra, mas sim o sal dentro do saleiro. Ora, isto é reflexo daquilo que foi ensinado aos crentes: que o diabo mora na boate, que os
 demônios vivem no álcool, e que o mundo é um lugar, não um espírito. Assim, quanto mais pensam que o mundo é feito de lugares, mais eles se tornam mundanos, visto que não vão aos lugares do mundo, mas criam seus “corbãs” (Mc 7:9-13) a fim de jeitosamente darem seus “jeitos” em relação àquilo que se diz ser mundano, mas que eles não vêem mal algum em fazer, tendo que fazê-lo dentro do aquário cristão, visto que para eles o mundo é um lugar, não um espírito. Assim, eles tornam mal, pela sua própria alienação e preconceito, algo que me si nem é bom e nem é mal, dependendo apenas de como cada um lida com a coisa em si.

2) O mundo é um espírito, de acordo com Paulo. Ele chama de “curso deste mundo”, cuja tradução modernizada seria “o fluxo da corrente deste mundo”. Ora, esse espírito do mundo foi jeitosamente vinculado pelos evangélicos às coisas do lazer, do prazer, da diversão, dos relacionamentos, das festas, das boates, dos cigarros, das bebidas, das roupas e dos cosméticos. Assim, mesmo que uma pessoa que seja bondosa, sóbria, piedosa, misericordiosa, madura, limpa de olhos, sem inveja, não interessada em fofocas, nem em disputas de espaço religioso, e plena de amor a
 Deus- ainda assim a tal pessoa será considerada mundana se tomar cerveja ou bebida alcoólica, se gostar de dançar, se fumar cigarro, se vestir-se bem e conforme gostos modernos, e se não falar conforme a língua do gueto cristão. E isto é assim porque para os “evangélicos” o que contamina o homem é o que entra pela boca e não o que sai do coração. Ou seja: a maioria dos “evangélicos” são discípulos dos fariseus, enquanto pensam que são discípulos de Jesus.

3) No ensino da Palavra há “um mundo” ao qual se deve odiar e há “um mundo” ao qual se deve amar. O mundo que se deve odiar é feito de espíritos de maldade, inveja, corrupção, malícia, manipulação, ódio, raivas, iras, perseguições, antipatias, inafetividade, e objetização do próximo. Esse é mundo que se deve odiar, e que existe tanto na “igreja”, em seus concílios e em suas convenções, quanto em qualquer disputa política no Congresso Nacional. Já o mundo que se deve amar é feito de gente, de todo tipo de gente, e tem a ver com a celebração da vida, da alegria, da comunhão humana, da sociabilidade que aproxima os diferentes; visto que tal “mundo” é objeto do amor de Deus: a humanidade.

4) Assim, em Jesus, o mundo existia muito mais no Sinédrio de Jerusalém do que na casa dos puiblicanos. Era em Jerusalém, a Jerusalém dos cultos ininterruptos, onde Jesus via o mundo; e é de lá que vêm os poderes acerca dos quais Jesus diz: “Vamo-nos daqui; pois aí vem o príncipe deste mundo”- embora quem chegue seja as autoridades religiosas a fim de prende-lo.

5) Se o mundo, segundo Jesus, é festa, bebida, dança, etc…, então, se deveria dizer que Jesus era um mundano, visto que Ele comia de tudo (a ponto de lhe chamarem ‘glutão’), bebia de tudo (a ponto de ser designado como ‘bebedor de vinho’), andava com todos (a ponto se ser chamado ‘amigo de pecadores’), e não criava eventos para os pecadores, de um lado; e nem para os discípulos, de outro lado. Ao contrário, Ele levava os discípulos para a boate dos publicanos, para a festa dos pecadores, para os banquetes dos mundanos, do ponto de vista da
 religião.

6) Jesus também não bebia cerveja ou vinho sem álcool. O vinho que Ele criou em Cana era vinho mesmo, como convinha ser em qualquer festa. Além disso, nos dias Dele, Joaquim Jeremias nos diz que a bebida mais comum era a ‘cevita’, uma cerveja muito apreciada pelo mundo romano e por todas as pessoas da palestina. Isso sem falar que o vinho da Ceia, segundo Paulo (I Co 11), tinha o poder de fazer ‘embriagar’ (… “ao passo que há quem se embriague”…). Portanto, os cristão originais não tinham essa neurose acerca de bebida alcoólica, até porque não dá para ser discípulo de Jesus e praticar essa forma de ascetismo – ou de qualquer outra forma de ascetismo); visto que Jesus era tudo, menos ascético; e o ensino de Paulo aos Colessenses é flagrantemente contrário ao ascetismo do tipo: “… não bebas isto, não proves aquilo, não toques aquilo outro…”; coisas essas que Paulo diz que têm “aparência de sabedoria e humilde, mas que não tem valor algum contra a sensualidade”.

7) O mundo que mais me apavora é esse mundo maligno que se disfarça de religião de Deus. É aí que as mais estranhas e malignas manifestações do mundo se manifestam, embora ninguém dance, beba ou fume. Sim, eles não fazem nada disso. Porém, devoram-se uns aos outros, conspiram contra os irmãos, torcem pela queda de alguns, alegram-se com suas vitórias filhas da malicia, e vivem para garantir o cosmético de sua falsa humildade, as quais são os disfarces dos lobos que se vestem de ovelhas.

8) Eu sou contra qualquer coisa para crente, pois apenas aumenta o engano do ascetismo e exacerba a doença religiosa, a qual advoga que crente vota em crente, dança com crente, bebe bebida de crente, e vive num mundo paralelo. Ora, Jesus apenas pediu que estivéssemos no mundo, porém livres do mal. Para Jesus, fugir da vida era se tornar sal que perde o sabor, e que para nada mais presta, nem para o monturo.

9) Eu vou a boate quando dá -infelizmente, hoje em dia, muito raramente. Mas quando vou, vou a uma boate de gente, onde eu possa dançar com minha mulher, e dançar musicas normais, conforme a poesia da vida. Quase não bebo, pois, depois de duas hepatites, meu fígado não gosta do impacto da bebida em meu organismo. Todavia, meu paladar gosta de um bom vinho, de uma cerveja geladinha num dia quente, de um “Porto” após as refeições, de uma caipirosca na praia, e de champanhe nas celebrações solenes.

10) O que vejo é que pessoas para as quais esses mandamentos da etiqueta evangélica herdada dos missionários americanos -filhos do puritanismo anglo-saxão – são um problema; esses mesmos são os que mais se complicam na vida, posto que não sabem por que são obrigados a desgostar do que naturalmente gostam; e por que têm que chamar de maligno aquilo que para eles não é nada. Assim, um dia, as pessoas explodem, e os resultados são desastrosos, posto que Paulo disse que o ascetismo não tem nenhum valor contra a sensualidade ou contra a embriagues.

Ora, isto dito, quero afirmar mais o seguinte:
1) Careta você é. Sim, um caretão evangélico. Explico: Você só me escreveu isso porque não gosta de ver boate de crente (nem eu), mas não consegue negar seu conflito e sua vontade de ser normal, e poder gostar de tudo o que você gosta sem
 culpa, só que você não pode em razão das proibições dos fariseus que o discipularam.

2) Você está se esforçando para ver “o mundo” nessas bobagens que foram criadas pelo próprio ascetismo evangélico e pela hipocrisia da religião; sempre tentando manter os crentes sob a tutela da “igreja”, e isso até na hora de dançar. E você faz isso da maneira mais “evangélica” possível; isto é: coando os mosquitos (as bobagens de crente que querem ser normais mas não têm permissão para isso; daí criarem esse “híbridos”), enquanto engole os camelos (o sistema de controle “evangélico”, com suas proibições, as quais, condenariam como mundano o próprio Jesus). O que se tem que saber é que uma pessoa que aparecesse fazendo o que Jesus fazia (curas, milagres e libertações), e dizendo o que Jesus dizia, se, todavia, vivesse com a liberdade que Ele tinha de comer e beber nas festas dos “mundanos” (publicanos e pecadores), tal pessoa seria vista pelos “evangélicos” do mesmo modo que os fariseus e religiosos viram a Jesus em Seus dias. Ou seja: o olhar dos “evangélicos” não vê a vida com os olhos de Jesus. Ora, quem quer que não veja a vida com os olhos de Jesus, mesmo que seja cristão ascético, esse é mais mundano do que os “mundanos” que tal pessoa condena. Minha sugestão a você é que esqueças as doutrinas de homens que lhe ensinaram, e que abra os evangelhos e as cartas de Paulo, e os leia com a mente mais virgem que você tiver; e, assim, depois me escreva, e me diga se sua mente não mudou completamente. Eu teria muito mais a lhe dizer, especialmente quanto ao risco de você estar com raiva de não ter nem a cabeça boba dos que criam “boate para crentes”, nem ter a liberdade para viver a vida conforme a sua consciência, visto que sei que você já não é quem um dia foi, porém ainda não teve a
 coragem de assumir sua própria consciência diante de Deus, visto que teme transgredir os mandamentos dos anciãos. Receba meu carinho e meu abraço! Um beijão para você! Nele, que comia e bebia com pecadores, e ia onde era convidado com boas intenções, Caio

Comentário de Júnio Almeida:

Relativamente concordo com o Caio Fábio. De antemão quero deixar explícito que não apóio o consumo de bebidas alcoólicas nem o uso do cigarro. Não estou postando este artigo com a intenção de fazer apologia a essas coisas, mas com a intenção de trazer o povo à reflexão em alguns pontos.

No primeiro, segundo e terceiro ponto, concordo que o mundo não é um lugar, mas um estilo de vida, um modo de viver, um certo “espírito mundano” (algo muito mais subjetivo do que geográfico) onde impera a “maldade, inveja, corrupção, malícia, manipulação, ódio, raivas, iras, perseguições, antipatias, inafetividade, e objetivação do próximo” e que, às vezes, este espírito mundano está dentro das igrejas.

No quinto e sexto argumento, não há o que contra-argumentar. É a pura verdade.

Quanto ao que o Cáio diz no nono ponto, lembro-me das palavras de Paulo aos Coríntios, em sua primeira carta, no capítulo oito, quando trata sobre as comidas sacrificadas aos ídolos. Transcrevo: “No tocante à comida sacrificada a ídolos, sabemos que o ídolo, de si mesmo, nada é no mundo e que não há senão um só Deus. Porque, ainda que há também alguns que se chamem deuses, quer no céu ou sobre a terra, como há muitos deuses e muitos senhores, todavia, para nós há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós também, por ele. Entretanto, não há esse conhecimento em todos; porque alguns, por efeito da familiaridade até agora com o ídolo, ainda comem dessas coisas como a ele sacrificadas; e a consciência destes, por ser fraca, vem a contaminar-se. Não é a comida que nos recomendará a Deus, pois nada perderemos, se não comermos, e nada ganharemos, se comermos. Vede, porém, que esta vossa liberdade não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos. Porque, se alguém te vir a ti, que és dotado de saber, à mesa, em templo de ídolo, não será a consciência do que é fraco induzida a participar de comidas sacrificadas a ídolos? E assim, por causa do teu saber, perece o irmão fraco, pelo qual Cristo morreu. E deste modo, pecando contra os irmãos, golpeando-lhes a consciência fraca, é contra Cristo que pecais. E, por isso, se a comida serve de escândalo a meu irmão, nunca mais comerei carne, para que não venha a escandalizá-lo.”(1Co 8.4-13)

Bem, faço uma analogia ao caso e afirmo: se você não se escandaliza com tais coisas, ótimo; mas não faça com que a sua liberdade dê ocasião para seu irmão, que tem a mente fraca, pecar.

Sei que se alguns me virem beber, embora não seja pecado o ato de beber em si, pode ser que por causa do meu exemplo alguém venha a embebedar-se, nisto estarei pecando. Portanto, por amor ao meu próximo prefiro não fazer tal (ou tais) coisa (s). Se por causa do meu saber, uma pessoa, que faz parte do corpo de cristo, peca (fica escandalizada), o que estou fazendo é pecado, pois é contra Cristo que estou pecado.

Portanto, não recomendo beber, não por pecado em si (pois não o é), mas por acabar resultando em pecado decorrente do escândalo que se pode causar em outros cristãos, e também por ser algo malévolo. Digo isto, pois não enxergo boas conseqüências para os que se aventuram em bebidas com álcool. Algo que traz tantas conseqüências desastrosas não dá para recomendar – famílias e mais famílias são destruídas por causa de bebidas; vidas estão sendo consumidas no trânsito por causa da embriaguês. Além disso, a bíblia nos aconselha a sermos sóbrios (que o álcool está longe de fazer é manter o equilíbrio das pessoas) e que bebedice é  obra da carne (Gl 5.21).
Quanto ao cigarro, creio que o Ministério da Saúde já deixa bem claro quantos males ele traz.

Agora, realmente é ruim vermos que na igreja as pessoas se preocupam mais com o que contamina vindo de fora, do que aquilo que sai do coração. Muitos fofoqueiros, mentirosos, orgulhos, hipócritas são “santos” na igreja por não fazerem as “coisas dos mundanos” – estar presente em confraternização não-evangélica, beber, dançar...

Com isso, o título “gospel” busca os paliativos para os evangélicos desfrutarem as coisas “mundanas” sem que as suas consciências os acusem (já que fazendo com a consciência errada é pecado). Por isso cria-se “arraial gospel”, “boate gospel”, “cerveja gospel”. Quem sabe daqui uns dias com a miscelânea dos sofismos do “pode-não-pode” não aparece a “casa noturna gospel” também!


Por Júnio Almeida

6 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

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  2. Apenas para explanar o pouco que me atrevo a comentar a respeito desse assunto, quando o Pr. Caio Fabio diz em relação a Jesus ele tem toda razão, agora o mais importante no qual eu acho que devemos nos atentar é o objetivo que Jesus tinha em freqüentar tais locais o que difere da conduta de cristãos que freqüentam ou pensam em freqüentar/utilizar do que Jesus tinha o hábito, nenhuma ida dEle a festas era em vão, sempre para operar milagres e engrandecer o nome de Deus. Se tivessemos a mesma coragem e postura de Jesus a melhor coisa seria que nós participássemos com freqüência das festas do mundo. Porém nao é o que buscam aqueles que dizem que não tem "nada a ver". Então na atualidade acho que devemos buscar alimentar mais o espirito e deixar de lado as vontades carnais pois não temos a mesma força e o mesmo pensamento que Jesus possuía.

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  3. OIe junior..gostei muito da forma como vc abordou o assunto..Mto bacana seu blog, mais uma vez parabens!!

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  4. Muito obrigado Lidi!
    Valeu; sempre que tiver sugestões, pode falar. Fique à vontade.
    Um abraço!

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  5. Esse negócio de boate gospel, cerveja, baile, tud góspel, é ridiculo, em tud isso os cristãos se diferem dos impios? em nada, isso são coisas da carne, prazeres da carne, somos a diferença e estamos nos igualando a eles...

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  6. Júnio, creio que suas observações foram muito bem colocadas e vieram trazer bastante equilíbrio bíblico ao assunto. Se o Caio Fábio tem razão em muitas coisas, por outro creio que em outros que ele está muito equivocado. Seguir a Cristo requer abnegação sim, muitas vezes, não só pelas coisas em si que podem ser ilícitas, mas pelo (mau) testemunho que podemos dar. Paulo disse que não devemos dar motivo de escândalo nem aos judeus, nem aos gentios nem à igreja. Tenho certeza que se um amigo meu não evangélico me pegar numa boate tomando um copinho de cerveja (sem nenhuma embriaguez), a primeira coisa que ele vai me dizer é: "ué, mas você não é crente?" E por trás vai falar de mim (como ja ouvi falar de outros): "se for pra ser crente igual ao fulano, prefiro ficar fora da igreja mesmo".

    Além disso, Cristo era perfeito, não era como nós, extremamente suscetíveis a nos inclinar à natureza humana decaída e ao pecado.

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